Como solucionar a complexidade no setor de óleo e gás

Quando o assunto é o alto impacto do segmento nacional de óleo e gás, é possível afirmar que o Brasil ocupa um posicionamento de destaque global.

Frente a tendências de transição energética, passando pela geração de novas fontes de energia e investimentos concisos para o enfrentamento de efeitos climáticos, o futuro guarda perspectivas animadoras para o setor. Não há como negar a relevância da indústria de óleo e gás para que todas as demandas de energia sejam supridas.

No cenário brasileiro, empresas da área contribuem para a geração de empregos, renda e a própria arrecadação tributária – sempre com um olhar atento a transformações que visam aprimorar o cotidiano operacional de um dos braços produtivos mais relevantes do país. Sem dúvidas, o Comércio Exterior está no centro de análises dentro desta linha de raciocínio.

Segundo uma pesquisa elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), questões relacionadas à logística, bem como gargalos tributários e custos elevados encabeçam as principais dificuldades enfrentadas por exportadoras brasileiras. De fato, os obstáculos existem e, se não solucionados com a devida expertise, podem comprometer a integridade e a continuidade do negócio.

Simplificar e automatizar são a base para reduzir complexidade – Ante o objetivo de reduzir o nível de complexidade, sob a ótica de organizações de óleo e gás, um bom ponto de partida é reconhecer pontos de melhoria no ambiente interno. Isso significa, noutras palavras, ter a certeza de que um diagnóstico preciso está sendo realizado, em prol de uma visão holística sobre como e onde a gestão de Comex deve ser aprimorada.

Se por um lado o sistema de comunicação entre público e privado se encontra em um amplo estágio de modernização, com ferramentas desenvolvidas para facilitar a vida de importadoras e exportadoras, a exemplo da DU-E (Declaração Única de Exportação) – documento eletrônico pertencente ao Novo Processo de Exportação, é fundamental que as empresas também se movimentem, a fim de garantir uma estrutura de operações capaz de acompanhar todas as mudanças propostas.

A resposta pode estar em um projeto robusto de automatização de processos. Com um software confiável e de excelência comprovada pelo mercado. Isto é, orientar todo o fluxo de procedimentos necessários ao Comércio Exterior a cargo da tecnologia, reunindo os requisitos ideais para um espaço de mais dinamismo, segurança e inovação. Toda a documentação, inclusive a DU-E, serão processadas sem que atrasos sejam tolerados, mitigando riscos e entraves prejudiciais à operação.

Ademais, essa mesma lógica se aplica aos outros dados transacionados, liberando o capital humano para centralizar esforços em atividades fundamentalmente estratégicas, alinhadas com o core business da companhia. Deste modo, é esperado que a complexidade seja dissipada, pois toda a cadeia processual estará resguardada tecnologicamente, abraçando especificidades que vão desde etapas de câmbio à integração com sistemas fiscais, contábeis e aduaneiros de outros países.

Concluindo, julgo imperativo que empresas de óleo e gás tenham uma estabilidade organizacional compatível com o protagonismo que exercem. Olhando para o momento vivido pelo Comex brasileiro, a hora nunca foi tão propícia para adotar soluções que possibilitem um salto de qualidade exponencial em operações de importação e exportação.

Invariavelmente, o maior beneficiado será o próprio negócio, que terá cada vez mais condições de alavancar seus resultados e angariar um status de prestígio no âmbito global.

*Léoton Martins, Executivo de Vendas na eCOMEX NSI.

Léoton Martins
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Léoton Martins é Executivo de Vendas na eCOMEX NSI.

 

 

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