No centro de investimentos: um olhar atento ao setor de óleo e gás

Inovação é oportunidade de garantir um ambiente de avanço econômico

 

Dentro de um contexto de recuperação econômica, alguns setores se destacam no ambiente produtivo e comercial brasileiro. Entre eles, é possível afirmar que o segmento de óleo e gás surge como um exemplo contundente, se considerarmos os últimos dados levantados sobre o crescimento e o futuro da área.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro), os investimentos da indústria de petróleo e gás alcançarão algo em torno de US$ 24 bilhões anuais, até 2025. Já o Ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, projetou um aumento de 73% referente à produção de petróleo para os próximos 10 anos.

Fato é que, para empresas atuantes no mercado de óleo e gás, o cenário é extremamente positivo. Frente à demanda global por uma transição energética, em que a necessidade por novas fontes de energia demonstra um teor prioritário, o espaço para crescimento é inegável. Paralelo a isso e caminhando no mesmo rumo, e merecendo também seu destaque está a geração de empregos, vista a abertura de oportunidades e vagas diversas que tendem a acompanhar o ritmo acelerado do setor.

Para maximizar resultados, inovar é preciso

Superando reflexos diretos do período de pandemia de Covid-19, são inúmeras as grandes companhias que buscam por alternativas capazes de modernizar seus respectivos modelos de gestão. No espectro do Comércio Exterior, a situação é ainda mais complexa, afinal, trata-se de informações movimentadas por fontes diversificadas, sujeitas à legislação de cada região, o que contribui para um ambiente de burocracia excessiva, lentidão e riscos operacionais diversos.

No Brasil, apesar de um amplo processo de simplificação e automatização estar sendo conduzido para a comunicação entre público e privado, não há como gozar dos benefícios previstos por essas iniciativas sem a utilização de um software especializado.

Simplificar, no Comex, significa converter etapas de logística, operação e estratégia em uma rotina de trabalho com muito mais agilidade, segurança e eficiência – sempre sob o viés da automatização como um novo método processual.

Olhando para o âmbito interno, a empresa de óleo e gás terá condições de construir um background de alto desempenho para lidar com todos os desafios impostos pelo cenário de importação e exportação, deixando para trás um passado de atividades morosas e erros desnecessários.

Enquanto o foco está na lucratividade, com o intuito de aproveitar o aquecimento do mercado e fomentar uma cadeia produtiva que agregue valor ao negócio, reduzir custos e potencializar a produtividade são medidas bem-vindas e que podem ser aplicadas com o suporte de uma solução inovadora. Portanto, é de suma importância que o gestor, junto de seus colaboradores, utilize uma postura criteriosa para escolher um projeto robusto, abrangente, e que responda às maiores demandas apresentadas.

Para concluir o artigo, volto a enfatizar o momento atual como um fator preponderante para iniciativas digitais no setor de óleo e gás. Ao atentar-se à automatização e segurança dos processos, empresas da área abraçam a oportunidade de conduzir uma gestão modernizada, flexível, ágil e preparada para alavancar seus números com o que há de mais transformador no universo da inovação voltada para o Comércio Exterior.

Léoton Martins é executivo de Vendas na eCOMEX NSI.

Léoton Martins
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Léoton Martins é Executivo de Vendas na eCOMEX NSI.

 

 

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