Milho termina em alta em Chicago com vendas de exportação dos EUA

Com preços competitivos e oferta limitada do Brasil, importadores globais antecipam compras de milho dos Estados Unidos.

Os contratos futuros do milho negociados na bolsa de Chicago avançaram com a demanda de exportação dos EUA nesta quarta-feira, enquanto a caça às pechinchas elevou os futuros do trigo, depois que os preços atingiram as mínimas do contrato, disseram os traders.

Os importadores globais têm feito acordos para compras de milho dos EUA, uma vez que os preços estão atraentes no mercado mundial, o dólar está enfraquecido e o Brasil, um exportador rival, tem limitada oferta antes da colheita da segunda safra, com início em meados do ano.

O Departamento de Agricultura dos EUA informou em um sistema de relatório diário que compradores desconhecidos adquiriram 120.000 toneladas métricas de milho dos EUA, seguindo outras compras recentes da Espanha e do México. A agência deve divulgar os dados semanais de vendas de exportação de grãos e soja na quinta-feira (1).

“Tivemos um pouco de atividade aqui na transmissão diária”, disse Matt Wiegand, corretor de commodities da FuturesOne. “Isso está ajudando a nos recuperar.”

Acredita-se que a Korea Feed Association, na Coreia do Sul, também tenha comprado cerca de 65.000 toneladas métricas de milho para ração animal, que se espera que seja proveniente dos Estados Unidos, em um negócio privado na quarta-feira (30), disseram traders europeus.

Os contratos futuros de milho mais negociados fecharam em alta de US$ 5,25 centavos, a US$ 4,755 por bushel, depois de terem caído anteriormente para o nível mais baixo desde 9 de abril.

O trigo fechou em alta de US$ 5,25 centavos, a US$ 5,3075 por bushel.

A guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, com Pequim pairou sobre os futuros da soja, acrescentaram.

Os futuros da soja na CBOT fecharam em queda de US$ 8,25 centavos, a US$ 10,445 por bushel, atingindo seu menor preço desde 16 de abril.

Fonte: Forbes

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